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LICENÇA

I- É terminantemente proibida a cópia total ou parcial das postagens neste blog.
II- Você pode citar trechos das postagens publicadas aqui desde que inclua um link de referencia ao blog "Enfermagem Continuada", dando os créditos de autoria a mim Enfª Ana Carolina Palmieri.
III- Lei 9610 - artigo 184 do Código Penal brasileiro.

Autora: Drª Ana Carolina de Morais Rêgo Palmieri - Enfermeira Especialista.

É a prevenção de lesão decorrente da deficiência circulatória por pressão exercida sobre um ponto por período prolongado.

Materiais:
  • Luvas de procedimento.
  • Roupa de cama limpa.
  • Forro.
  • Travesseiro
  • Coxins.
  • Colchão piramidal.
  • Hidratantes.
  •  Material par higiene íntima, s/n.
  • Poltrona.
  • Protetor de calcâneo, s/n.
  • Protetores de pele.
  • Escala de Braden.
  • Escala para mudança de decúbito.
Descrição da Técnica:

1. Avaliação de risco:
  • Considerar clientes restritos ao leito ou cadeira de rodas e aqueles com capacidade debilitada de reposicionamento.
  • Utilizar o método de avaliação de risco: Escala de Braden para assegurar uma avaliação sistemática e padronizada por toda a equipe.
  • Avaliar todos os clientes de risco no momento da admissão e em intervalos regulares.
  • Identificar todos os fatores de risco, de forma a direcionar as medidas preventivas específicas para cada um.
2. Cuidados com a pele e medidas preventivas:
  • Inspecionar a pele pelo menos uma vez ao dia e documentar as observações.
  • Individualizar a freqüência de banho. Utilizar um agente de limpeza suave, evitar água quente e fricção excessiva.
  • Avaliar e controlar incontinência. Quando não puder ser controlada, limpar a pele no momento em que sujar utilizar uma barreira tópica e selecionar absorventes ou fraldas que forneçam de forma rápida uma superfície seca à pele.
  • Utilizar hidratantes na pele seca. Minimizar os fatores ambientais que causam o ressecamento da pele.
  • Evitar massagear as proeminências ósseas (isto não significa não hidratar e proteger a pele destas regiões).
  • Posicionar adequadamente o cliente, utilizando técnica correta de movimentação e transferência de forma a minimizar as forças de fricção e cisalhamento na pele.
  • Utilizar lubrificantes e/ ou coberturas protetoras para reduzir a lesão por fricção.
  •  Identificar e corrigir os fatores que comprometam a ingestão calórica e protéica e considerar a utilização de suplementação ou suporte nutricional para pessoas que necessitem.
  • Monitorar e documentar as intervenções e os resultados.
3. Redução de carga mecânica e utilização de superfícies de suporte:
  •  Reposicionar o cliente restrito ao leito ao menos a cada duas ou três horas e o cliente restrito a cadeira (cadeirantes) a cada hora.
  • Documentar a utilização da escala para mudança de decúbito no prontuário de cada cliente.
  • Selecionar recursos que reduzam a pressão para cada cliente de risco, segundo suas necessidades. Não utilizar almofadas tipo argola.
  • Considerar o alinhamento postural, a distribuição do peso, balanço e estabilidade e o alívio da pressão quando posicionar os clientes.
  • Ensinar os clientes cadeirantes que são capazes a mudar a posição ou promover manobras de alívio de pressão a cada 15 minutos.
  • Utilizar recursos tipo trapézio ou forro de cama para elevar ou movimentar ao invés de arrastar os clientes durante a transferência ou mudança de posição.
  • Utilizar travesseiros ou almofadas de espuma para manter ás proeminências ósseas como joelhos e calcâneos fora do contato direto com a cama ou próprio corpo
  • Utilizar recursos que aliviem totalmente à pressão nos calcâneos (colocar travesseiros sob a panturrilha para elevar os pés).
  • Evite posicionar o cliente apoiando-o diretamente sobre o trocânter. Quando utilizar o decúbito lateral, lateralizar o cliente em ângulo de 30 graus.
  • Elevar a cabeceira da cama o menos possível e por pouco tempo (ângulo máximo de 30 graus).
Todo medicamento deve ser prescrito pelo médico e a sua administração não é um ato simples, tanto no que diz respeito a preparar, quanto no que se refere a dar a medicação ao cliente. Exigem-se responsabilidade e conhecimento de microbiologia, farmacologia e de cuidados de enfermagem específicos. Antes da administração deve-se observar a regra dos dez certos: cliente certo,  leito certo, prescrição certa, medicamento certo, via de administração certa, dose certa, hora certa, tempo certo, validade certa e abordagem certa.

Descrição da Técnica:

  • Os medicamentos devem ser estocados na farmácia e em menor quantidade, na unidade de enfermagem.
  • Os entorpecentes/ psicotrópicos devem ser controlados pelo enfermeiro da unidade, sendo guardado em gaveta com chave.
  • Os recipientes contendo a medicação devem estar tampados e rotulados, de maneira legível, com o nome e a dosagem da droga.
  • No momento do preparo concentrar a atenção no trabalho e evitar outras atividades paralelas.
  • Estar ciente: do estado geral do cliente, dos efeitos desejados e colaterais do medicamento.
  • Quando houver dúvidas (letra ilegível, medicamento sem rótulo, etc.), não preparar o medicamento até seu esclarecimento.
  • Todo medicamento deve ser rotulado com os dados de identificação do cliente: nome, número do leito, nome da medicação, via de administração e horário.
  • Lavar as mãos antes de iniciar o preparo das medicações.
  • Desprezar o medicamento quando houver alteração de odor, consistência ou outras características indesejáveis.
  • Providenciar o medicamento em falta na clínica, não o substituindo por outro se não tiver certeza absoluta que ambos possuem o mesmo efeito farmacológico desejável.
  • Antes de começar a administrar as medicações, deixar o local em ordem e limpo.
  • Utilizar luvas de procedimento para a administração dos medicamentos.
  • Utilizar máscara no preparo de antibióticos.
  • Não ministrar o medicamento preparado por outra pessoa e nem permitir que familiares e clientes o façam.
  • Não deixar a bandeja de medicação no quarto do cliente, caso necessite sair do aposento.
  • Antes de administrar a medicação, conferir o n° do leito e o nome do cliente. Nos impossibilitados de se comunicarem, identificá-los somente pelo n° do leito.
  • Somente após a ingestão ou aplicação do medicamento, ele poderá ser checado no horário correspondente da prescrição.
  • Se o cliente recusar o medicamento, estiver ausente da clínica, não houver o medicamento no hospital, ou qualquer outro motivo, bolar o horário e justificar na anotação de enfermagem.
  • Anotar e notificar as anormalidades (efeitos colaterais) que o cliente apresentar.

Obs. Em casos de emergência, a medicação poderá ser dada sob ordem verbal do médico, mas relatada na anotação de enfermagem. Após a prescrição médica, o enfermeiro deverá colocar o horário e o técnico e/ ou auxiliar de enfermagem que ministrou checar.

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